O evento

Ações para uma São Paulo Amiga do Idoso: quem financia?

Em poucos anos presenciaremos no país a inversão da pirâmide populacional: teremos mais pessoas idosas do que jovens. Uma realidade que requer uma nova postura por parte de todos: governos, empresas, ONG, sociedade civil em geral. São Paulo, maior metrópole brasileira, já vivencia grandes desafios que vão da atenção às demandas de saúde à mobilidade urbana. E cada dia é mais urgente investirmos esforços para garantir, ampliar e qualificar os recursos para  promover a saúde, a qualidade de vida, o ambiente saudável para tornarmos nossa cidade ‘amiga’ de todas as idades. Assim, favoreceremos o envelhecimento ativo de nossa população.

A viabilidade das ações, pautadas nas melhores evidências gerontológicas, depende de esforços conjuntos para transpormos barreiras de diversas naturezas. Por isso, no Congresso deste ano decidimos ousar em refletir sobre a complexa questão do Financiamento. Na programação, a economia ampliada pública e privada no universo de ações para pessoas idosas, produtos e serviços para este público, políticas e boas práticas para se viver mais e melhor, com dignidade, liberdade e participação cidadã. Uma temática que abrange as tendências do mercado, os desafios do setor público, o envolvimento de entidades e sociedades para o encontro de soluções.

São Paulo, com esta iniciativa, reúne as melhores condições para aprender com iniciativas externas, incorporar e gerar novas ideias, e, finalmente, tornar-se um verdadeiro modelo para multiplicação de iniciativas inovadoras para outras cidades do território nacional. Afinal, a longevidade é extremamente positiva para todos nós. Mas, ao mesmo tempo, implica responsabilidade maior e compromisso em acolher o envelhecer.

Sejam bem-vindos ao debate!

Comissão Organizadora

III Congresso Municipal sobre Envelhecimento Ativo


Palavra do proponente

Já somos 1 milhão e 500 mil idosos na cidade de São Paulo, estima-se que em 2050 esse número irá triplicar e ultrapassar o número de crianças. O envelhecimento não pode ser visto como um problema social e sim como uma conquista, por isso precisamos trabalhar para que as pessoas envelheçam com futuro. Precisamos avançar muito nas políticas públicas voltadas aos idosos, o poder público não está acompanhando o crescimento desse segmento da população.
O envelhecimento ativo é o caminho para que as pessoas vivam mais, com mais qualidade de vida. Segundo Dr. Alexandre Kalache,
“o Brasil vive a revolução da longevidade, otimizar as oportunidades de saúde, educação continuada e participação na vida social, de modo a alimentar  a qualidade de vida, significa promover envelhecimento ativo. Todos devem abraçar o envelhecimento, seja qual for a área de atuação, porque essa revolução está aqui para ficar”.
O III Congresso Municipal sobre Envelhecimento Ativo – Cidade Amiga do Idoso segue nessa direção. Vamos juntos trabalhar por uma Cidade Amiga dos Idosos.
Sejam todos bem vindos!
 

Gilberto Natalini

Médico e Vereador PV/ SP
Proponente do Congresso Envelhecimento Ativo – Cidade Amiga do Idoso
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Conheça a Comissão Organizadora e os parceiros deste evento. Saiba mais sobre o concurso de pôsteres
Veja a Programação.

7 pensamentos sobre “O evento

  1. Estou mega feliz por ter aceitado minha inscrição. O envelhecimento é uma área que quero muito atuar, pois é um público vulnerável, que mesmo tendo contribuído muito para a sociedade e seio familiar é desvalorizado, menosprezado, sendo assim é preciso profissionais capacitados, qualificados e dedicados que amam e respeitam esse público alvo. Sou formada: assistente social, porém não tive a sorte ainda de assumir a profissão, mas sempre que tiver a oportunidade quero estar participando desses e outros eventos. Desde já agradeço.

  2. Aline Karem dos Santos: Gostei muito do seu comentário :profissionais capacitados qualificados e dedicados.

    O envelhecimento ativo vem de encontro com o que necessitamos, vamos participar.

    A Comissão Organizadora desse evento recebe meus parabéns!!

  3. Achei o congresso muito bom, fico feliz pelas coisas que ouvi e a forma como se preocupam com a questão da pessoa idosa. Eu que trabalho em CRAS como assistente social, vi o quanto nós precisamos nos esmerar para atendê-los e encaminhá-los cada vez melhor. Parabéns pela vossa proposta e fico no aguardo das palestras deste dia muito iluminado.

  4. eu realmente sou da terceira idade,mais sofro muito com o atendimento médico que é de pessima qualidade, o pior quando precisamos de uma especialidade hoje sou vítima deste desprezo,isso já mim fez com quer recorrer a remédios que não são receitados por médico e sim poe indicação de amigo,porque médico não tem,meu problema é ortopédico uma lésão no joelho, vivo sofrendo muito com essas dores que tanto incomoda.

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